Venda sua arte
Lista de desejos Carrinho de compras Cart
Visualizar em escalaVisualizar em escala Visualizar em RAVisualizar em RA Encomendar reprodução pintada à mão Encomendar reprodução pintada à mãoComprar imagem em alta resolução Comprar imagem em alta resolução EnviarEnviar
Ver detalhesVer detalhes Adicionar aos favoritos Adicionar aos favoritos BaixarBaixar SemelhantesSemelhantes Raio XRaio X Apresentação de slidesApresentação de slides

Arresto 2

Uma obra-prima da Op Art de Bridget Riley que explora ilusões ópticas e movimentos ondulados em preto e branco, capturando a essência da percepção visual e desafiando o olhar.

Explore Bridget Louise Riley's captivating Op Art paintings! Discover her dynamic geometric works & perceptual illusions that redefined modern art. UK-based artist (b. 1931).

Giclée / Impressão de Arte

Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento. (Encomendar reprodução pintada à mão Encomendar reprodução pintada à mãoComprar imagem em alta resolução Comprar imagem em alta resolução)

P118B $10
P118H $10
P118W $10
P438Z $10
P508JH $12
P508YH $12
P805H $10
P805Z $10
P919BZ $10
P919G $10
P919XJ $10
P959ZH $10
P968JZ $12
W106C $8
W218G $10
W218JH $8
W218Y $10
W307PJ $10
W316G $10
W316PJ $8
W316Y $10
W398PJ $8
W4111J $10
W500HY $15
W500JH $15
W692G $12
W849H $8
W940BG $15
W953PJ $8

Standard
custom
CM
INCH

Escolha entre os nossos tamanhos pré-definidos que respeitam as proporções originais da obra de arte.

largura
altura

Você pode inserir suas próprias dimensões para se ajustar a uma moldura ou espaço específico. Se o tamanho selecionado não corresponder às proporções da imagem original, iremos recortar a obra de arte ou estender a imagem com uma borda espelhada ou preenchimento sólido. Um mockup digital será enviado para sua aprovação antes do início da produção.
Por favor, observe que a visualização na tela não reflete o recorte ou a extensão real. Apenas o mockup mostrará com precisão a composição final.
Embora tamanhos personalizados estejam disponíveis, recomendamos selecionar uma dimensão da lista predefinida para preservar as proporções originais.

Entrega mundial () em 2 semanas, em vez das 4/5 semanas padrão. (21 Agosto)

why_choose_icon
Envio Expresso Gratuito para todo o Mundo
why_choose_icon
Tela de Linho Premium
why_choose_icon
Seguro de transporte total
why_choose_icon
Garantia de Reembolso de Impostos Alfandegários
why_choose_icon
Garantia de Fidelidade de Cor
why_choose_icon
Política de Devolução de 60 Dias (Apenas para Defeitos)
why_choose_icon
Garantia de reembolso de 100%
why_choose_icon
Desconto para múltiplas unidades

Preço Total

$ 68

reproduction

Arresto 2

Giclée / Impressão de Arte

Dimensões da Reprodução

-

Preço Total

$ 68

Detalhes Rápidos

  • Subject or theme: Visual Perception
  • Notable elements or techniques: Anamorphosis; Optical Illusion
  • Title: Arrest 2
  • Location: Private Collection
  • Year: 1965
  • Influences: Jackson Pollock
  • Artistic style: Abstract Rhythm

Teste de Conhecimentos Artísticos

Cada pergunta possui apenas uma resposta correta.

Questão 1:
What artistic movement is Bridget Riley’s Arrest 2 primarily associated with?
Questão 2:
The artwork utilizes a technique known as anamorphic illusion. What does this technique achieve?
Questão 3:
What is Bridget Riley’s definition of nature?
Questão 4:
Riley's early work was influenced by Jackson Pollock’s use of what painting technique?
Questão 5:
What is the dominant color palette employed in Arrest 2?

Descrição do Item

Arrest 2: Uma Sinfonia Visual de Movimento e Contraste

Bridget Louise Riley, uma figura seminal na arte contemporânea britânica, revolucionou nossa percepção estética ao desafiar os limites da visão humana através de suas obras abstratas. Nascida em Londres em 1931, Riley estabeleceu-se posteriormente em Cornwall, França e Londres, consolidando seu legado como uma maestrina da ilusão óptica – um termo que ela mesma empregou para descrever sua abordagem artística. Sua trajetória inicial não foi marcada pela busca por formas geométricas tradicionais, mas sim por uma profunda investigação sobre os princípios fundamentais da percepção visual, influenciada pelo impacto marcante de Jackson Pollock e suas pinturas gestuais no Museu de Arte Moderna em 1958. Essa experiência transformadora despertou seu interesse pela dinâmica das forças visuais, buscando expressar emoções humanas através de padrões geométricos que evocam ritmo, tempo e contraste – elementos que ela mesma definiu como essenciais para capturar a verdadeira natureza da experiência estética. Riley iniciou sua carreira artística explorando paisagens britânicas tradicionais, uma prática que refletia o profundo vínculo com seu país natal e suas raízes culturais. No entanto, foi um encontro inesperado com o estilo inovador de Pollock – especificamente o uso do ponto pictórico – que impulsionou sua busca por novas formas de expressão artística. Essa influência inicial levou à criação de obras que desafiam a noção convencional de beleza, utilizando técnicas avançadas para criar ilusões ópticas que enganam os olhos e estimulam uma contemplação prolongada. O resultado é uma arte que convida o espectador a questionar suas percepções e a explorar as relações entre realidade e imaginação – um objetivo que Riley alcançou com maestria ao longo de sua carreira artística. A obra "Arrest 2", criada em 1965, exemplifica perfeitamente essa filosofia estética. Esta pintura abstrata apresenta uma composição dominada por linhas curvas e paralelas alternadas em preto e branco, criando uma poderosa ilusão óptica de movimento e profundidade característica do estilo Op Art (Arte Óptica). Os artistas da época adotaram técnicas inovadoras para explorar os efeitos psicológicos da percepção visual, buscando transmitir emoções humanas através de padrões geométricos que evocam ritmo, tempo e contraste – elementos que Riley considerava cruciais para capturar a verdadeira essência da experiência estética. O resultado é uma obra que provoca uma sensação de dinamismo e energia, convidando o observador a entrar em diálogo com o artista e a refletir sobre questões filosóficas relacionadas à natureza da percepção humana. A técnica utilizada por Riley para criar "Arrest 2" demonstra um profundo conhecimento dos princípios científicos da óptica e da psicologia sensorial. Ela aplicou meticulosamente tinta acrílica sobre tecido de linho, utilizando uma abordagem precisa e repetitiva para garantir que o padrão geométrico fosse reproduzido com máxima fidelidade à imagem original. Essa atenção aos detalhes revela o compromisso de Riley com a busca pela perfeição estética e técnica – um valor que permanece relevante na arte contemporânea até hoje. Além disso, a escolha da paleta cromática limitada ao preto e branco enfatiza o impacto emocional da obra, criando uma atmosfera de contraste marcante que estimula a atenção do espectador e reforça a sensação de movimento e profundidade. Em suma, "Arrest 2" é uma obra emblemática do estilo Op Art, representando um marco na história da arte moderna e contemporânea. Sua beleza reside não apenas em sua composição visualmente atraente, mas também em sua capacidade de provocar reflexões sobre questões filosóficas relacionadas à percepção humana e à relação entre artista e espectador. Uma peça que permanece inspiradora para artistas e amantes da arte em todo o mundo, celebrando a força da imaginação e a beleza da ilusão óptica como ferramentas para explorar os limites da experiência estética.

Biografia do Artista

Bridget Riley: Architect of Illusion

Bridget Louise Riley, born in London in 1931 and now residing across Cornwall, France, and London, is an artist whose work has fundamentally reshaped our understanding of perception. More than simply a painter, she’s an architect of illusion, meticulously crafting canvases that challenge the eye and invite prolonged contemplation. Her journey began not with geometric abstraction but with a grounding in traditional landscape painting, influenced by her childhood spent amidst the rugged beauty of Cornwall. However, it was a pivotal encounter with Jackson Pollock's vibrant energy at the Museum of Modern Art in 1958 – specifically, his use of pointillism – that irrevocably altered her artistic trajectory. This initial exposure sparked an intense investigation into the principles of visual perception, leading her to explore the fascinating interplay between color, form, and movement.

Riley’s early work, spanning from 1958 to 1960, reveals a shift towards a more stylized approach, incorporating elements of impressionism and semi-abstraction. Yet, it was her engagement with the burgeoning field of Op Art – a movement characterized by its deliberate manipulation of visual perception – that truly defined her artistic identity. Influenced profoundly by Victor Vasarely’s explorations of optical phenomena and the pioneering work of Georges Seurat, Riley began to experiment with creating dynamic patterns that induced a sense of disorientation and movement within the viewer's eye. This wasn’t merely about replicating an illusion; it was about actively engaging the brain in decoding visual information, pushing the boundaries of how we experience color and space.

The Birth of Op Art and Early Innovations

The mid-1960s marked a watershed moment for Riley's career. Her groundbreaking series of black and white paintings – works like *Drift No. 2* (1966) and *Nineteen Greys* (1968) – catapulted her to international prominence, establishing her as a leading figure in the Op Art movement. These pieces weren’t simply aesthetically pleasing; they were meticulously engineered to create an unsettling yet captivating effect on the viewer's eye. The seemingly simple arrangements of black and white lines and shapes generated a sense of vibration, depth, and even movement – a phenomenon that challenged conventional notions of static representation. Riley’s approach was deeply rooted in scientific principles, drawing upon research into color theory and visual psychology to achieve her desired effects.

Crucially, Riley's work wasn't isolated within the Op Art movement. She actively engaged with other artists exploring similar themes, including Victor Vasarely and Yaacov Agam, participating in the landmark “The Responsive Eye” exhibition at MoMA in 1965. This event served as a crucial platform for showcasing the burgeoning field of Op Art and solidifying Riley’s position within its ranks. The exhibition highlighted the shared interest among these artists – Vasarely, Riley, Agam, and others – in manipulating perception and creating immersive visual experiences.

Color, Curve, and Beyond

Following her initial success with black and white paintings, Riley began to incorporate color into her work in 1967. This transition marked a significant evolution in her artistic practice, allowing her to explore the complex relationships between hue, saturation, and value. Her stripe paintings of this period – such as *Gala* (1974) and *Entice 2* (1974) – demonstrated a masterful control over color gradients and patterns, creating mesmerizing visual effects that captivated viewers. Riley’s exploration didn't stop at stripes; she ventured into the realm of curves in the late 1970s, producing works like *Wave* (1978), which evoked a sense of undulating movement and fluidity.

Throughout the 1980s and 1990s, Riley continued to experiment with new forms and techniques. She incorporated diagonal lines into her compositions, resulting in a series known as rhomboid paintings – works that presented a dynamic interplay between straight and curved elements. Her travels to Egypt and India further influenced her artistic vision, leading to the creation of pieces like *Achæan* (1981), which drew inspiration from the intricate patterns and motifs of Islamic art, and *Nataraja* (1993), reflecting the vibrant colors and symbolism of Indian iconography. Riley’s work became increasingly lyrical and evocative, moving beyond purely optical effects to explore themes of rhythm, harmony, and visual poetry.

Legacy and Influence

Bridget Riley's impact on contemporary art is undeniable. Her pioneering work in Op Art fundamentally altered the way artists approached representation, demonstrating that perception itself could be a subject of artistic inquiry. Her meticulous attention to detail, combined with her deep understanding of visual psychology, resulted in paintings that are both intellectually stimulating and emotionally resonant. Riley’s influence extends far beyond the realm of painting; her ideas have been adopted by designers, architects, and fashion houses, demonstrating the enduring appeal of her innovative approach to visual communication.

Today, Bridget Riley remains a vital and influential figure in the art world. Her retrospective at the Tate Gallery in 2003 and another at the Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris in 2008 served as powerful testaments to her enduring legacy. Her work continues to be exhibited worldwide, captivating audiences with its mesmerizing illusions and profound exploration of human perception.

bridget louise riley

bridget louise riley

1931 - , United Kingdom

Informações Rápidas

  • Artistic Movement Or Style: Op Art
  • Artists Or Movements Influenced By This Artist:
    • Jackson Pollock
    • Pointillism
  • Artists Who Influenced This Artist:
    • Georges Seurat
    • Victor Vasarely
  • Date Of Birth: April 24, 1931
  • Full Name: Bridget Louise Riley
  • Nationality: British
  • Notable Artworks:
    • Drift No. 2
    • Nineteen Greys
    • Achæan
    • Nataraja
  • Place Of Birth: London, England
Explore obras de arte organizadas por temas, estilos e características.